Segundo a vereadora, existe a possibilidade de que houve negligência quanto ao cumprimento do contrato e fiscalização do transporte público e do Consórcio Guaicurus por parte do Poder Público.
“O que ouvimos até agora na CPI é um descaso com a população. Não importa se é o atual diretor, ex-diretor ou ex-presidente de cada pasta envolvida. Todos receberam o salário para cumprir seu trabalho, mas ninguém tem respostas objetivas sobre o que houve com o
transporte público de Campo Grande. Se houve negligência, alguém precisa responder por isso”, declarou a vereadora.
A investigação ainda terá mais desdobramentos, com o depoimento de todos que fazem parte do transporte público, seja do Executivo Municipal ou do Consórcio Guaicurus. Ao final, será realizado um relatório com as informações obtidas pela CPI, que será enviado para que as medidas necessárias sejam tomadas.
Ainda durante a oitiva, a vereadora Ana Portela afirmou que o relatório feito pela Comissão será independente. A fala foi feita em decorrência de dois laudos periciais sobre o transporte público que divergem.
“O nosso relatório não vai se basear estritamente nestes laudos técnicos periciais. Além dele, estamos recebendo diversos documentos e ouvindo as partes para compor um relatório robusto e independente”, completou a vereadora.
O laudo técnico pericial a que a vereadora se refere foi realizado pelo Instituto Brasileiro de Estudos Científicos (IBEC Brasil) após pedido judicial. O documento aponta que a Prefeitura de Campo Grande deixou de repassar R$ 377 milhões ao Consórcio Guaicurus ao longo de 13 anos, referente ao valor que deveria cobrir os custos do transporte público.
No entanto, outro laudo pericial, realizado em 2019, apontou o superávit financeiro do Consórcio Guaicurus. Segundo o documento, a concessionária teve um lucro acumulado de aproximadamente R$ 68,9 milhões, superior ao previsto inicialmente.
“Os laudos divergem e o que nós precisamos é de respostas corretas e independentes, que mostrem a verdade para a população que tem sido prejudicada”, pontuou a vereadora.
Para a realização do relatório de forma independente, a relatora da CPI apresentou requerimentos que pedem a contratação de assessoria contábil e jurídica. “A população merece ter um relatório independente”, completou Ana Portela.
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