Não é apenas sobre política, é sobre liberdade, lema que levou pessoas às ruas em todo o Brasil, e, em Campo Grande, motivou, pouco mais de 300 pessoas, a comparecerem em frente ao Aquário do Pantanal. Famílias que se apertaram, na sombra de algumas árvores, para defenderem um futuro para a democracia do seu país. Expressão popular concomitante ao evento da Praia de Copacabana, com Jair Bolsonaro e um milhão de presentes.
"É o nosso direito mais fundamental, pois sem voz não há democracia. E acreditando nisso, apresentei a PEC da Liberdade de Expressão, para que tenhamos essa garantia determinada na nossa Constituição. Este dia será ainda histórico, pela cobrança do povo por essa bandeira", falou o deputado federal Marcos Pollon, que esteve com o Presidente Jair Bolsonaro na manifestação do Rio de Janeiro-RJ, nesta manhã de domingo (16). Foi, inclusive, do gabinete do parlamentar que foram solicitadas, oficialmente, as autorizações ao Poder Público para o ato de Campo Grande.
Na Capital Sul-mato-grossense, muita consciência política dos que compareceram ao evento pacífico. "Sem uma avaliação séria do resultado eleitoral, não há total segurança no resultado do pleito, por isso a maior mudança deveria ser o voto impresso auditável", comentou Elias Pereira de Souza, de 67 anos, advogado.
Procurador do Estado, em Mato Grosso do Sul, Felipe Gimenez, enfatizou ao público, a mesma mensagem, elevando a questão à uma das principais lutas da Direita, neste momento. "Se o resultado das eleições tivesse a contagem, e o voto impresso, não haveria a necessidade das pessoas nos quartéis, e também não teria existido o 8 de janeiro. Nossa democracia não é completa", pontuou.
Um dos primeiros a chegar para o evento, Geraldo Gomes Monteiro, exerceu o seu patriotismo com uma placa pela anistia e contagem pública de votos. "Com eleições limpas, tenho certeza que o Brasil seria um país melhor. Temos que pedir mudanças", citou o capelão, de 70 anos.
Para Balduíno Tissiane, de 65 anos, desistir não é uma opção, pensamento que, segundo ele, os brasileiros devem ter. "É a nossa nação e essas manifestações são pelo nosso futuro", falou o aposentado, que não pode ir à manifestação do Rio de Janeiro-RJ, para ver Bolsonaro.
Já Luiz Antônio Bocalam, lembrou que já passou da hora, do brasileiro entender mais o seu papel político. "É um momento muito difícil, complicado, e nós não sabemos do tamanho da força que temos. Essa situação da anistia, dos presos de 8 de janeiro, deveria ter se resolvido há muito tempo", questionou o comerciante, de 58 anos.
Inércia e injustiça também destacada por Sebastiana Cunha, de 61 anos. "O medo do cidadão de bem, alimenta a força dos tiranos. Sem liberdade, sem ter como se defender, o sistema faz o que quer com as pessoas. Por isso temos um Brasil tão corrupto e com esses problema do resultado das urnas não passar confiabilidade a todos", frisou a corretora de imóveis, que milita por mudança no sistema eleitoral e também mais liberdade de expressão no país.
Vera Virgílio, de 66 anos, com a mesma crença, assistiu a cada detalhe dos discursos, no ato que durou pouco mais de duas horas. "Sempre fui a várias manifestações, desde que começou. Gostaria até que viessem mais pessoas, porém quem veio, obteve uma reflexão importante", acreditou a professora aposentada.
Dilema bem esclarecido pela líder do movimento "Desperte e Governe", Cassy Monteiro, que fez parte da organização da manifestação.
"O que se expressou na Praia de Copacabana, também é o reflexo do sonho de milhões de pessoas, no nosso Estado de Mato Grosso do Sul. Buscamos a anistia e demonstramos, a nossa enorme insatisfação com o governo atual. O desafio agora é manter esse debate, para, sobretudo, mostrar ao cidadão que ele não pode ter medo de vir pra rua. Pois a nossa fé em um país melhor, vai nos salvar", mencionou a ativista de 26 anos, hoje suplente de vereadora na Câmara Municipal de Campo Grande. Casa de Leis que teve a presença do Vereador André Salineiro, também próximo do deputado federal Marcos Pollon.




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