O senador Paulo Paim (PT-RS), em pronunciamento nesta segunda-feira (28), condenou o esquema de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que desviou cerca de R$ 6,3 bilhões de aposentados e pensionistas. O senador reforçou seu histórico de defesa da previdência pública e universal e cobrou punição rigorosa para os responsáveis pelos crimes.
— Os responsáveis por esses crimes precisam pagar com o peso da lei, custe o que custar, sejam quem for. Esses aposentados e pensionistas têm de receber o seu dinheiro de volta. Não podemos aceitar que alguns e algumas se utilizem do INSS para proveito próprio. Ao desviar recursos de aposentados e pensionistas, esses criminosos feriram profundamente o coração da nossa própria sociedade. É inadmissível, é repugnante — protestou.
Paim elogiou a atuação da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Polícia Federal, que identificaram o esquema envolvendo falsificação de assinaturas e descontos irregulares nos contracheques de beneficiários. Segundo o parlamentar, mais de 70% das entidades implicadas nas irregularidades não tinham estrutura para oferecer os serviços que cobravam.
O parlamentar lembrou de um projeto de lei de sua autoria, o PLS 206/2015 , que propõe a devolução em dobro do valor desviado em fraudes contra aposentados e pensionistas. Esse projeto aguarda votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.
No mesmo pronunciamento, Paim lamentou a morte do papa Francisco, ocorrida na última segunda-feira (21). O senador exaltou o legado do líder religioso e destacou seu compromisso com a defesa dos pobres, dos idosos e do meio ambiente.
— O papa Francisco nos deu exemplos de simplicidade no cotidiano. Ele recusou o luxo dos palácios, inclusive o luxo do Palácio Papal, preferindo viver em um apartamento simples na Casa Santa Marta. Ele se deslocava em carros modestos e sempre priorizou o contato direto com o povo. Esses gestos não eram apenas simbólicos, mas expressões genuínas de sua compreensão sobre o papel do líder, do grande líder cristão que ele era, e ali se apresentava como servo — disse.
O senador ressaltou que o papa Francisco, nascido Jorge Mario Bergoglio na Argentina, em 1936, deixou um legado de esperança, denunciando injustiças sociais e promovendo uma cultura de paz.
— O papa Francisco deixou um legado de esperança. Ele nos mostrou que é possível sonhar e lutar por um mundo mais justo, solidário e de paz. Ele nos ensinou que as mudanças começam nos pequenos gestos, mas exigem um compromisso coletivo para transformar estruturas que perpetuam a injustiça e a desigualdade.
Senado Federal Comissão vota projeto que reconhece estágio como experiência profissional
Senado Federal Beto Faro apresenta na terça relatório sobre novas regras do seguro defeso
Senado Federal Incentivo ao empreendedorismo no ensino médio está na pauta da CE
Senado Federal Para Viana, decisão de Dino sobre quebra de sigilos é precedente preocupante
Senado Federal Senado trabalha para reduzir brutalidade contra mulheres
Senado Federal TV Senado faz 30 anos com novidades e sessão especial no Senado Mín. 23° Máx. 28°
Mín. 22° Máx. 29°
Chuvas esparsasMín. 21° Máx. 26°
Chuva
Deputado Federal Rodolfo Nogueira Rodolfo Nogueira propõe acabar com redução de pena para traficantes
Deputado Gerson Claro Gerson Claro apresenta moção de apoio à árbitra Daiane Muniz e reforça enfrentamento ao machismo no esporte
Alípio Neto Desfile politizado termina em vexame e rebaixamento de escola que exaltou Lula e atacou valores cristãos
Vereador Herculano Borges Herculano Borges vota pela manutenção do veto à Taxa do Lixo e defende equilíbrio fiscal e social