O Congresso Nacional realiza nesta quarta-feira (15), às 9h, sessão solene destinada a comemorar os 85 anos do Grupo J.Macêdo, do ramo da indústria alimentícia.
A sessão será realizada no Plenário da Câmara dos Deputados, por iniciativa da senadora Augusta Brito (PT-CE) e da deputada Fernanda Pessoa (União-CE).
O Grupo J.Macêdo é empresa cearense e uma das maiores companhias de alimentos do Brasil. O grupo é líder e referência nacional nos segmentos de farinha de trigo, misturas para bolos e uma das marcas mais importantes de massas do país.
No requerimento da sessão ( REQ 16/2025 - CN ), Augusta Brito destaca a importância do Grupo J.Macêdo no ramo industrial, em especial para a historia do Ceará, sede do escritório administrativo da empresa.
“Em toda a sua história, a Macêdo sempre buscou apoiar, investir e promover iniciativas com foco no desenvolvimento socioeconômico, na cultura e preservação do meio ambiente, com destaque ao Programa J. Legal, com sede em Fortaleza (CE)", registra Augusta Brito no requerimento.
Senado Federal Promulgada lei que possibilita redução de penas pelo 8 de janeiro
Senado Federal Projeto proíbe microesferas de plástico em cosméticos e produtos de higiene
Senado Federal Senado atua contra desinformação com checagem de dados e conteúdo confiável
Senado Federal Senado vai analisar renovação automática da CNH para motoristas sem multas
Senado Federal Davi Alcolumbre promulga Lei da Dosimetria
Senado Federal Damares destaca campanha de combate à violência sexual contra menores Mín. 8° Máx. 21°
Mín. 8° Máx. 17°
ChuvaMín. 7° Máx. 20°
Parcialmente nublado
Deputado Federal Rodolfo Nogueira Gianni faz “raio-x” das escolas de Dourados e reforça combate ao abuso infantil
Vereador Herculano Borges Palestra de captação de recursos reúne lideranças e transforma desafios do terceiro setor em caminhos práticos em Campo Grande
Alípio Neto “Puro interesse em votos, depois tchau”, diz mulher ao criticar atuação de Catan envolvendo a Cassems
Deputado Gerson Claro Gerson defende responsabilidade fiscal e critica “soluções fáceis” sobre retirada do ICMS do diesel