A tentativa de anular as eleições do Oliveira I e II acabou virando mais um capítulo da novela pós-derrota de “Beiçola”. Após não conseguir convencer os eleitores nas urnas, o ex-candidato apostou no chamado “tapetão jurídico”, mas viu a Justiça rejeitar o pedido de anulação do pleito.
Segundo a decisão, não foram apresentados elementos suficientes que justificassem qualquer irregularidade capaz de invalidar o resultado eleitoral. Com isso, permanece mantido o resultado escolhido pela população.
Nos bastidores políticos, a movimentação já vinha sendo tratada como uma tentativa de “terceiro turno”, estratégia comum entre candidatos derrotados que buscam reverter no Judiciário aquilo que não conseguiram nas urnas. A legislação eleitoral prevê anulação apenas em casos graves e comprovados, como fraude, abuso de poder econômico ou corrupção eleitoral.
Com a nova derrota, aliados do grupo vencedor afirmam que o episódio reforça a legitimidade da eleição e encerra, ao menos por enquanto, a disputa política em torno do Oliveira I e II.
Acesse o processo
https://correiopantanal.com.br/envios/2026/05/13/3293e5470ef359e48773c64214bb40f0aeaed60e.pdf
Justiça Samarco reabre programa de indenizações por 45 dias
Justiça "Vamos tirar de presídio a marca de escritório do crime”, diz ministro
Justiça TSE faz novos testes de segurança na urna eletrônica
Justiça Sancionada lei que endurece pena a condenados por morte de policiais
Justiça Débora do Batom recorre para ser beneficiada pela Lei da Dosimetria
Justiça Governo de SP aplica multa recorde de R$ 1 bilhão contra Fast Shop Mín. 12° Máx. 25°
Mín. 18° Máx. 25°
Tempo nubladoMín. 18° Máx. 27°
Chuvas esparsas
Deputado Federal Rodolfo Nogueira Rodolfo Nogueira convocará ministro da Agricultura após escassez de vacinas veterinárias no país
Vereador Herculano Borges Debate Público Maio Laranja reforça combate ao abuso infantil e mobiliza rede de proteção em Campo Grande
Alípio Neto “Puro interesse em votos, depois tchau”, diz mulher ao criticar atuação de Catan envolvendo a Cassems
Deputado Gerson Claro Gerson defende responsabilidade fiscal e critica “soluções fáceis” sobre retirada do ICMS do diesel