Campo Grande terá o primeiro empreendimento da rede Hilton Hotels & Resorts da região Centro-Oeste. O hotel, da bandeira Tapestry Collection by Hilton, será o quarto desse padrão no Brasil e contará com investimento estimado em R$ 90 milhões.
Para a prefeita Adriane Lopes, investimentos desse porte ajudam a posicionar a cidade em novos circuitos econômicos e turísticos. “Quando se pensa no Brasil, muitas vezes surgem primeiro destinos como Rio de Janeiro ou São Paulo. Um empreendimento desse porte contribui para ampliar a visibilidade de Campo Grande e atrair novos eventos, visitantes e oportunidades”, afirma.
O projeto prevê cerca de 120 apartamentos, além de estrutura voltada para eventos e uso corporativo, que também poderá ser utilizada por hóspedes e pela população. A chegada da rede internacional acompanha o momento de crescimento turístico e gastronômico da capital sul-mato-grossense, que ocupa posição estratégica na Rota Bioceânica.

Segundo o diretor-presidente da Revpar Incorporações, responsável pelo empreendimento, Danilo Canuto, a previsão é que o hotel esteja em funcionamento em até 48 meses após o licenciamento da obra. “Será um hotel com aproximadamente 120 apartamentos e estrutura voltada também para o público empresarial”, explica.
O projeto também considera características próprias da cidade. O uso de vidro na fachada, por exemplo, precisou ser avaliado com cuidado para evitar impactos à avifauna — um dos elementos que mais chamam a atenção de quem visita a capital. “Hoje mesmo vimos quatro tucanos sobrevoando a área. Esse tipo de experiência é algo que o turista guarda na memória”, comenta o diretor-sênior de Desenvolvimento da Hilton no Brasil, Leonardo Lido.
Este será o primeiro empreendimento da rede no Centro-Oeste e um dos hotéis mais sofisticados da bandeira no país. Para a empresa, a localização de Campo Grande foi determinante. “Quando se fala em Mato Grosso do Sul, vêm à mente destinos como o Pantanal e Bonito. Campo Grande é o ponto que conecta tudo isso”, afirma Lido.

Impacto econômico
Além de ampliar a oferta de hospedagem qualificada, o novo hotel reforça o papel de Campo Grande como porta de entrada para o turismo regional e como ponto estratégico na integração logística da Rota Bioceânica.
O corredor internacional ligará o Brasil ao Pacífico, conectando cerca de 20 cidades e impactando diretamente aproximadamente 20 milhões de pessoas ao longo do trajeto.
Adriane destaca que outras iniciativas também vêm sendo conduzidas para fortalecer o potencial turístico e econômico da capital, como a retomada do Porto Seco, melhorias no autódromo e a realização de grandes eventos, entre eles a Expogrande.

“Temos percebido um interesse crescente pela cidade. Recentemente fomos informados pela administradora do aeroporto que Campo Grande está entre os terminais com maior potencial de crescimento no país”, conclui.
#ParaTodosVerem: A imagem de capa mostra a projeção da fachada do hotel. As imagens internas da matéria mostram uma projeção aérea do hotel e a reunião onde o projeto foi apresentado.
Campo Grande - MS No Dia do Trabalhador, atuação técnica e compromisso impulsionam a educação infantil
Campo Grande - MS Vacinação contra gripe terá plantão em três pontos amanhã
Campo Grande - MS Do viveiro à cidade: o trabalho que transforma sementes em vida em Campo Grande
Campo Grande - MS Interdições temporárias ocorrem em duas regiões nesta sexta-feira (1°)
Campo Grande - MS Capital vai receber R$ 45 milhões para obras de recapeamento
Campo Grande - MS Conselho dos Direitos Humanos é oficialmente implantado na Capital Mín. 22° Máx. 32°
Mín. 22° Máx. 31°
Tempo nubladoMín. 21° Máx. 31°
Tempo nublado
Deputado Federal Rodolfo Nogueira ”Um passo importante para corrigir as injustiças”, diz Rodolfo Nogueira após derrubada de veto da dosimetria
Alípio Neto “Puro interesse em votos, depois tchau”, diz mulher ao criticar atuação de Catan envolvendo a Cassems
Vereador Herculano Borges Palestra de captação de recursos fortalece projetos sociais e amplia impacto em Campo Grande
Deputado Gerson Claro Gerson defende responsabilidade fiscal e critica “soluções fáceis” sobre retirada do ICMS do diesel