A senadora Damares Alves (Republicanos-DF), em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (13), manifestou expectativa em relação às consequências de informação do governo dos Estados Unidos de que Filipe Martins, ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, não entrou nos EUA em dezembro de 2022 e que o documento utilizado como justificativa para a prisão dele no Brasil seria falsificado.
Segundo a parlamentar, o episódio levanta questionamentos sobre responsabilidades no Brasil e no exterior, já que o sistema norte-americano teria sido manipulado. A prisão de Martins, ocorrida em 2024 no âmbito das investigações sobre tentativa de golpe de Estado, teria sido motivada pela suposta viagem aos EUA, vista como tentativa premeditada de fuga.
— Filipe Martins foi preso, foi torturado. Filipe Martins foi humilhado, porque um documento falso foi inserido no sistema dos Estados Unidos. E o que vai acontecer agora? Quem vai indenizar os meses que Filipe Martins ficou preso? Quem vai devolver a Filipe Martins parte de sua vida? Mas a minha expectativa não é só quanto a isso, não é só saber o que a Suprema Corte vai fazer; é saber o que os Estados Unidos farão com essa informação, porque alguém manipulou o sistema americano. E não é só um nome de uma pessoa: manipulou o sistema de segurança norte-americano. E os Estados Unidos não deixam isso quieto nunca — declarou.
A senadora também chamou a atenção para a libertação de reféns em Israel. Para ela, o episódio remete à violência dos ataques do Hamas, que mantiveram pessoas em cativeiro por dois anos. Damares destacou o sofrimento das famílias e apontou que o episódio reforça a identidade e a resistência do povo judeu ao longo da história.
—Hoje eles estão celebrando a volta dos reféns. Lamentavelmente, o Hamas, quando provocou essa situação, não pensou no povo palestino. Milhares de homens e mulheres na Palestina morreram por conta de uma reação de Israel a uma ação do Hamas. Não se justifica a morte de criança na Palestina. Não se justifica a morte de ninguém. Guerra é guerra. Não se justifica a guerra, mas o Hamas provocou— disse.
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