A torre quente vem ganhando espaço em cozinhas planejadas de alto padrão, especialmente em projetos que buscam unir funcionalidade, ergonomia e sofisticação. A solução organiza equipamentos como forno, micro-ondas, micro-ondas combinado e gaveta aquecida em uma composição vertical, otimizando o espaço e criando uma leitura visual mais limpa.
Esse movimento acompanha a valorização dos eletrodomésticos de embutir. Além disso, o mercado brasileiro de eletrodomésticos de cozinha segue em expansão, com projeção da Mordor Intelligence de crescimento de US$ 26,70 bilhões em 2026 para US$ 35,53 bilhões até 2031.
Para Adelfo Cidi, sócio-fundador e CEO da Evol, a torre quente acompanha uma mudança importante no papel da cozinha dentro da casa.
"A cozinha passou a ocupar uma posição cada vez mais importante dentro da casa e, com isso, o projeto precisa conciliar estética, funcionalidade e experiência de uso. A torre quente responde muito bem a esse movimento porque permite integrar diferentes equipamentos à marcenaria de maneira organizada, aproveitando melhor o espaço e criando uma leitura visual mais uniforme", afirma.
Organização vertical melhora o uso da cozinha
Um dos principais benefícios da torre quente está na organização vertical dos equipamentos. Ao concentrar funções de preparo em um único conjunto, a solução libera áreas de bancada e permite que forno, micro-ondas e gaveta aquecida sejam posicionados em alturas mais confortáveis.
"A organização vertical libera outras áreas da bancada e da marcenaria e permite posicionar os equipamentos em alturas mais adequadas ao uso. Isso melhora a ergonomia, facilita o acesso e contribui para uma circulação mais eficiente na cozinha", explica Cidi.
Quando bem dimensionada, a torre quente evita deslocamentos desnecessários, melhora o fluxo de preparo dos alimentos e torna o ambiente mais prático sem comprometer a estética.
Integração visual ganha importância
Em projetos integrados, nos quais a cozinha se conecta ao living, à sala de jantar ou à área gourmet, os eletrodomésticos ficam mais aparentes e passam a fazer parte da composição arquitetônica. Por isso, a torre quente também se destaca por contribuir para uma estética mais contínua.
"Em projetos integrados, os eletrodomésticos passam a fazer parte da arquitetura do ambiente. A torre quente permite alinhar os equipamentos à marcenaria e criar uma composição mais contínua, com menos interferências visuais. O objetivo é fazer com que produto, mobiliário e arquitetura tenham uma linguagem coerente dentro do projeto", comenta Cidi.
Em cozinhas de alto padrão, acabamento, proporção, altura, ventilação e instalação podem determinar se a solução terá aparência planejada ou adaptada.
Escolha deve considerar a rotina do morador
A composição da torre quente pode variar de acordo com o projeto. Entre as possibilidades estão forno elétrico, micro-ondas, micro-ondas combinado, gaveta aquecida e outros equipamentos de embutir compatíveis com a proposta da cozinha.
"A escolha deve começar pela rotina do morador. Para quem cozinha com frequência, os recursos de preparo e a maior versatilidade podem ter mais peso. Já outros perfis podem priorizar praticidade e otimização de espaço. Não existe uma única composição ideal: o importante é especificar equipamentos que realmente façam sentido para a forma como aquela cozinha será utilizada", explica.
Essa análise ajuda arquitetos e designers a criarem projetos mais personalizados. Em uma cozinha voltada ao preparo frequente de refeições, a torre quente pode priorizar performance e versatilidade. Já em projetos voltados à praticidade, a composição pode privilegiar soluções compactas e funcionais.
Planejamento precisa começar antes da marcenaria
Para que a torre quente funcione corretamente, o planejamento deve acontecer ainda nas primeiras etapas do projeto. A definição prévia dos equipamentos é essencial para orientar as medidas da marcenaria, a ventilação, os pontos elétricos, a altura de instalação e as áreas de abertura das portas.
"É importante considerar as dimensões e especificações de instalação de cada equipamento, as necessidades de ventilação indicadas pelo fabricante, os pontos elétricos e a carga elétrica necessária, além das alturas de uso e das áreas de abertura das portas. A marcenaria deve ser desenvolvida a partir dessas informações, e não o contrário", orienta Cidi.
Entre os erros mais comuns está definir a marcenaria antes da escolha dos equipamentos. Isso pode gerar problemas de encaixe, ventilação inadequada, posicionamento pouco ergonômico e a necessidade de ajustes após a produção do mobiliário.
"Outro ponto importante é observar a abertura das portas, a circulação ao redor da torre e o alinhamento entre os diferentes produtos. Em projetos de alto padrão, pequenos detalhes de especificação podem ter grande impacto no resultado final", reforça.
Soluções de embutir acompanham o futuro das cozinhas
Na visão da Evol, a tendência é que as cozinhas de alto padrão sejam cada vez mais integradas ao projeto de arquitetura e pensadas a partir da experiência de quem utiliza o espaço. Nesse contexto, soluções de embutir ganham relevância por unirem desempenho, organização e composição visual.
"Vemos uma evolução clara em direção a cozinhas cada vez mais integradas ao projeto de arquitetura e pensadas a partir da experiência de quem utiliza o espaço. Nesse contexto, os eletrodomésticos deixam de ser elementos isolados e passam a fazer parte da composição do ambiente", afirma Cidi.
"Para a Evol, desenvolver soluções de embutir significa acompanhar essa transformação, oferecendo produtos que combinem performance, integração ao mobiliário e possibilidades de configuração para diferentes projetos e perfis de uso", conclui.
Para mais informações, basta acessar: https://evol.com.br/
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