A ministra substituta das Mulheres, Eutália Barbosa, visitou nesta quinta-feira (20) a Casa da Mulher Brasileira de Campo Grande para conhecer de perto a estrutura e os serviços oferecidos às mulheres na Capital. A agenda colocou em destaque a atuação integrada da rede de proteção e os desafios para acompanhar novas formas de violência, como os casos praticados no ambiente digital.
Localizada no Jardim Imá, a Casa funciona 24 horas e concentra serviços de diferentes áreas em um único espaço. Durante a visita técnica, a ministra conheceu os atendimentos de acolhimento, assistência psicossocial, segurança e orientação, além de estruturas como alojamento de passagem, brinquedoteca e Central de Transportes.
A unidade também conta com a atuação da Patrulha Maria da Penha e da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (1ª DEAM), ampliando as possibilidades de atendimento para mulheres que procuram ajuda em situações de violência.
A visita também permitiu destacar a necessidade de manter os serviços preparados para acompanhar as mudanças nas formas de violência contra as mulheres. Entre os desafios apontados está a violência digital, que exige articulação entre os diferentes setores da rede de proteção.
Em Campo Grande, a Secretaria Executiva da Mulher (Semu) participa dessa articulação com ações voltadas ao atendimento e à promoção da autonomia. Um dos serviços oferecidos é o de Promoção da Autonomia Econômica, que orienta mulheres sobre trabalho e emprego, qualificação profissional, emissão de documentação e caminhos para a autonomia financeira.

Para a secretária executiva da Mulher, Angélica Fontanari, a integração permite ampliar as possibilidades de atendimento e apoio ao longo da busca por proteção e autonomia.
“Cada serviço tem seu papel, e a integração entre eles faz a diferença. Na Semu, trabalhamos especialmente para ampliar o acesso das mulheres à informação, à qualificação e às oportunidades de autonomia, sempre em articulação com os demais serviços da rede”, afirmou.
A presença da ministra também reforçou a articulação entre Município, Estado e União na construção de políticas públicas voltadas às mulheres. A atuação conjunta permite reunir diferentes serviços e encaminhamentos, de acordo com as necessidades apresentadas em cada atendimento.
Entre os serviços disponíveis está a Patrulha Maria da Penha, que mantém atendimento 24 horas pelo telefone 153 e acompanha medidas protetivas de urgência. A Casa da Mulher Brasileira também oferece acolhimento especializado e, quando necessário, alojamento temporário de até 48 horas para mulheres em situação de risco.
Com a estrutura integrada, a mulher pode encontrar diferentes formas de apoio no mesmo espaço, desde o acolhimento inicial até encaminhamentos relacionados à segurança, atendimento psicossocial e autonomia.
#ParaTodosVeem: A imagem de capa mostra a ministra substituta das Mulheres, Eutália Barbosa, posa com equipe da Casa da Mulher Brasileira durante visita técnica em Campo Grande.
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