O Brasil registrou crescimento de 5,2% nos investimentos no setor de telecomunicações em 2025, com o montante chegando a R$ 36,3 bilhões. Os dados são da entidade Conexis Brasil Digital e foram repercutidos pelo Ministério das Comunicações. O destaque ficou por conta da expansão da tecnologia 5G e da fibra óptica.
De acordo com o site Teletime, especializado no mercado de telecomunicações, houve também crescimento no mercado de banda larga B2B, ou seja, no fornecimento de conectividade para empresas. Em 2025, esse segmento respondeu por 12% do total de conexões de internet fixa no país.
"O mercado amadureceu muito rápido. Antes, a internet empresarial era vista apenas como um serviço de suporte. Hoje, ela virou parte estratégica da operação dos negócios", avalia Estevam Neto, CEO da Operadora de Internet Interlig.
"Tudo depende de conectividade: sistemas, cloud, atendimento, financeiro, segurança, vendas. A estabilidade na rede deixou de ser diferencial e se tornou obrigação. O cliente corporativo hoje quer performance, previsibilidade e resposta rápida quando algo acontece", complementa Estevam Neto.
O CEO diz ver ainda um movimento de migração para provedores regionais, caso da própria Interlig, cujo foco de atuação é o interior do Pará. Segundo o executivo, na hora de contratar internet, há negócios que preferem uma empresa local por entenderem que ela entende melhor a realidade da região e consegue resolver demandas e problemas de forma mais rápida.
No B2B, o tempo de resposta é extremamente importante, diz Estevam Neto, já que, quando uma empresa para, acaba perdendo dinheiro. Além disso, o cliente empresarial quer muito mais do que internet com boa velocidade: a demanda evoluiu para suporte ágil, monitoramento, redundância e monitoramento contínuo.
"Muitas empresas também procuram parceiros que consigam acompanhar o crescimento delas, não só vender banda. O relacionamento ficou tão importante quanto a própria tecnologia", destaca Estevam Neto.
Nesse contexto, a Interlig busca se posicionar como uma empresa de conectividade e relacionamento, não apenas um provedor de internet. A atuação B2B envolve entender a necessidade de cada empresa e entregar soluções adequadas.
"A gente acredita muito que tecnologia sem atendimento e sem personalização perde valor. Um supermercado tem uma necessidade totalmente diferente de um hospital, de uma indústria ou de uma rede de academias. Hoje não existe mais aquela ideia de solução única para todo mundo. O mercado corporativo exige flexibilidade, e quem não consegue personalizar acaba ficando para trás", ressalta.
Estevam Neto diz ainda que a conectividade precisa estar integrada com cloud, segurança, monitoramento e continuidade operacional. O executivo afirma que as empresas precisam investir nessa evolução e ampliar a visão além da internet tradicional.
"O objetivo de quem quer se destacar no mercado de telecomunicações precisa ser entregar uma infraestrutura cada vez mais preparada para suportar o crescimento digital das empresas", conclui o CEO da Interlig.
Para saber mais, basta acessar o site da Interlig: https://interlig.com/
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