Vítima tinha29 anos, era residente na Aldeia Bororó e começou a apresentar os primeiros sintomas da doença 19 de abril, vindo a falecer no dia 25 de abril, no Hospital da Vida; confirmação ocorreu após investigação da Secretaria Municipal de Saúde, com apoio do Laboratório Central (Lacen) do Governo do Estado

Nona morte confirmada por complicações de Chikungunya era um paciente indígena que estava internado no Hospital da Vida. Foto: A. Frota
O Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE), criado pela Prefeitura de Dourados para coordenar o enfrentamento à epidemia de Chikungunya na Reserva Indígena e o avanço da doença no perímetro urbano do município, confirmou nesta quinta-feira (30) a nona morte em decorrência de complicações da doença e alertou a população para a importância de todos entrarem nessa guerra contra o mosquito Aedes aegypti. “Infelizmente, mais uma vítima dessa grave doença e ainda assim muita gente está relativizando o problema, não estão levando essa epidemia a sério”, lamentou o secretário municipal de Saúde, Márcio Figueiredo, que é coordenador-geral do COE.
A nona vítima da Chikungunya é indígena, tinha 29 anos de idade, era residente na Aldeia Bororó e começou a apresentar os primeiros sintomas da doença 19 de abril e faleceu no dia 25 de abril, no Hospital da Vida. Com mais essa morte confirmada, sobe para 9 o número de óbitos pela doença em Dourados, sendo que 8 deles eram indígenas.
A primeira morte foi um indígena de 69 anos, que faleceu no dia 25 de fevereiro; a segunda também foi um indígena de 73 anos, que morreu no dia 9 de março; a terceira, um bebê indígena de apenas 3 meses de vida que faleceu no dia 10 de março; a quarta, também indígena de 60 anos que faleceu no 12 de março; a quinta, outro indígena de 77 anos, que foi a óbito no dia 14 de março; a sexta, outro bebê indígena de apenas 1 mês de vida que foi a óbito no dia 24 de março; a sétima, também indígena de 55 anos que faleceu no dia 3 de abril; a oitava, um paciente negro, de 63 anos, que faleceu no dia 13 de abril e a nona o paciente indígena, confirmado nesta quinta-feira.
O Informe Epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (30) aponta que Dourados tem hoje 35 pacientes internados com Chikungunya, sendo 2 no Hospital Porta da Esperança (Missão Caiuá), 20 no Hospital Universitário HU-UFGD, 3 no Hospital Cassems, 4 no Hospital Regional, 3 no Hospital da Vida e 3 no Hospital Evangélico Mackenzie. Em números gerais, o município registrou 7.371 notificações para Chikungunya, com 5.271 casos prováveis, 2.755 casos confirmados, 2.100 casos descartados, 2.516 casos em investigação.
A situação epidemiológica nas Aldeias Bororó e Jaguapiru aponta para 3.113 notificações para Chikungunya, com 2.474 casos prováveis, 1.759 casos confirmados, 636 casos descartados, 715 casos em investigação. “A situação continua muito grave e as pessoas precisam entender que combater os focos do mosquito Aedes aegypti não é obrigação exclusiva da prefeitura e sim de toda população”, enfatiza Marcio Figueiredo. “Somente com esforços conjuntos, acabando com todos os pontos de água parada, mantendo os quintais limpos e recolhendo o lixo de forma correta, vamos vencer a guerra contra esse mosquito”, finaliza.
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