O artigo "Human skills will matter more than ever in the age of AI" (McKinsey, jan/26) analisa como a IA generativa automatiza tarefas rotineiras, liberando profissionais para funções que demandam julgamento humano, criatividade e interação social. O texto destaca que habilidades como comunicação persuasiva, resolução de conflitos e empatia não só resistem à substituição por máquinas, mas se tornam multiplicadoras de produtividade em equipes híbridas, com exemplos de setores como finanças e manufatura.
Essa tendência se consolida desde 2018, conforme o relatório "Mudança de competências: automação e o futuro da força de trabalho" (McKinsey Global Institute) que projetou crescimento de 26% nos Estados Unidos e 22% na Europa na demanda por competências como liderança, empatia e influência social até 2030.
Outras atualizações recentes também confirmam a tendência. O relatório "Agentes, robôs e nós: parcerias de habilidades na era da IA" (McKinsey, nov/25) apresenta o "Skill Change Index", uma métrica que quantifica a variação na demanda por competências até 2030, revelando que habilidades interpessoais como negociação, coaching e resolução colaborativa terão o maior crescimento. O estudo enfatiza "parcerias homem-máquina", onde profissionais complementam agentes de IA em tarefas complexas, com casos de manufatura e serviços onde equipes híbridas elevam eficiência, priorizando soft skills para alinhar tecnologia a objetivos estratégicos.
Nesse contexto é fundamental que empresas ampliem investimentos em capacitação de soft skills para otimizar performance da liderança. Nos últimos anos, a VBMC Consultores, empresa de Consultoria de Gestão Empresarial, ampliou a integração de evidências de neurociência em sua metodologia, com aplicações em mentorias, programas de treinamento e intervenções operacionais junto a clientes.
Essa estrutura metodológica tem sido disponibilizada na plataforma VBMCollege em formatos como treinamentos modulares com certificação, e-books e ferramentas de análise desenvolvidas com inteligência artificial. Além disso, há artigos disponibilizados no blog como por exemplo: Inteligência emocional em vendas, que descreve quatro pilares neurocientíficos para gerenciamento emocional nas vendas; Challenger Sale, que analisa o perfil assertivo de vendedores (ensino, personalização e controle de interações); Teoria do Flow, explorando estados de absorção cognitiva para produtividade; e Inteligência emocional na liderança de médias empresas, com foco em decisões e equipes de alta performance.
A ênfase da McKinsey em 2026 confirma a projeção de 2018: soft skills impulsionam inovação e retenção na era da IA. Portanto, empresas devem estar atentas a investimentos em consonância com essas tendências, devido ao forte potencial de melhoria da capacidade de gestão e execução.
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