O mercado global de equipamentos de tratamento de água e águas residuais deve crescer de US$ 69,50 bilhões em 2026 para US$ 101,77 bilhões até 2034, com um CAGR de 4,9%, segundo relatório da Fortune Business Insights. No Brasil, esse movimento se reflete na expansão de sistemas de filtragem para atender indústrias que dependem da qualidade da água em processos produtivos. A qualidade da água é regulada pela Portaria GM/MS nº 888/2021, do Ministério da Saúde, que estabelece procedimentos de controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e padrões de potabilidade.
Indústrias farmacêuticas, cosméticas, alimentícias e cervejarias estão entre os segmentos que mais investem em sistemas avançados de filtragem, respondendo a exigências sanitárias e operacionais rigorosas. Tecnologias como osmose reversa, ultrafiltração e desmineralização removem impurezas, partículas em suspensão, compostos químicos e microrganismos, tornando a água adequada para consumo humano e processos industriais de alta exigência, conforme orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS).
A escolha do sistema correto de filtração depende da análise prévia da composição da água e das especificações técnicas de cada aplicação: da produção de bebidas à fabricação de produtos médicos e odontológicos. "A filtragem eficiente não é apenas uma questão de qualidade, mas de segurança operacional e cumprimento de regulamentações sanitárias vigentes", observa Nelson Isao Watanabe, fundador da Asstefil Indústria e Comércio de Filtros Ltda., empresa estabelecida em Santo André (SP) desde 1989 com atuação nos segmentos residencial, comercial e industrial.
O segmento residencial também registra alta na adoção de filtros e sistemas de tratamento de água. De acordo com o Estudo de Perdas de Água 2024 do Instituto Trata Brasil (SNIS 2022), o Brasil enfrenta desafios significativos na eficiência do abastecimento público, com perdas elevadas que afetam parcela expressiva dos domicílios, impulsionando a busca por soluções complementares de filtração. Sistemas de ultrafiltração e filtros de alta eficiência são cada vez mais adotados em condomínios e residências para complementar o tratamento realizado pelas concessionárias públicas.
Segundo Fábio de Oliveira, gerente comercial da Asstefil, o mercado brasileiro disponibiliza um portfólio amplo de filtros e sistemas de tratamento que atendem desde pequenas vazões residenciais até grandes demandas industriais, com opções automatizadas e manuais adaptáveis a diferentes infraestruturas.
Em 2026, a integração entre tecnologia de filtração e sustentabilidade hídrica se consolida como uma das principais tendências do setor. O relatório The United Nations World Water Development Report 2025, publicado pela UNESCO, aponta que a eficiência no uso da água em processos industriais é um dos pilares centrais das estratégias globais de gestão hídrica para os próximos anos. No Brasil, esse movimento se reflete na crescente adoção de sistemas projetados para reduzir o desperdício hídrico e ampliar o reaproveitamento da água em ciclos produtivos industriais e domésticos.
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