A Prefeitura de Campo Grande tapou mais de 34 mil buracos em janeiro, mesmo com chuvas frequentes, usando 4.946 toneladas de CBUQ, em 74,3 mil m² de vias, após orientação para intensificar os serviços nos períodos de estiagem, com equipes atuando da madrugada à noite, conforme planejamento da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep) para garantir a trafegabilidade e a qualidade do pavimento.
A orientação da prefeita Adriane Lopes para garantir as boas condições de trafegabilidade das vias pavimentadas é aproveitar ao máximo os dias de estiagem para a recuperação do pavimento das ruas e avenidas da cidade. Assim, as equipes começam a trabalhar já no final da madrugada e até o início da noite, inclusive aos sábados.
O serviço é feito com planejamento com o foco na agilidade e economia, e nesse aspecto ficar de olho nas previsões meteorológicas é fundamental. O secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos, Marcelo Miglioli, explica que as empresas que executam o trabalho, por exemplo, fazem os pedidos de CBUQ dentro do planejamento do que será feito no dia seguinte, pois a capa asfáltica tem que estar nas condições ideais de temperatura.

“Se o asfalto esfriar não tem como usar no outro dia, não serve mais para o tapa-buracos”, diz o secretário. Conforme as orientações técnicas definidas para o serviço de tapa-buraco, o CBUQ tem que estar em temperatura entre 110 a 177 graus para dar qualidade ao serviço executado. E não é só jogar o CBUQ para fazer a recuperação funcional do pavimento com qualidade.
Primeiro, uma equipe faz a marcação dos buracos a serem tapados, depois outro grupo de trabalhadores faz o recorte geométrico e a limpeza dos pontos que receberão o CBUQ e, por fim, outra equipe faz a colocação e a compactação da nova capa asfáltica.
Na prática, o número de buracos tapados é bem maior, pois para garantir a qualidade do serviço, num ponto onde existem, por exemplo, 3 a 4 buracos umas bem próximas das outras, é feito o recorte de toda esse pedaço, que na medição é registrado como um único ponto.

A produtividade só não foi maior por causa das chuvas frequentes. Além de aumentar o número de buracos, as águas ampliam a área e a profundidade. Com isso as equipes levam mais tempo para concluir os trabalhos e gasta-se maior quantidade de material.
#ParaTodosVerem
Todas as fotos são agentes da Sisep realizando o serviço de tapa-buracos.
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