A medida garante maior previsibilidade financeira à instituição, referência no atendimento de média e alta complexidade pelo SUS em Mato Grosso do Sul
O pagamento foi realizado nesta terça-feira (28) por meio do Fundo Especial de Saúde de Mato Grosso do Sul ao Fundo Municipal de Saúde de Campo Grande, responsável pela gestão do hospital, reforçando o compromisso do Governo do Estado com a manutenção dos serviços hospitalares de referência do SUS (Sistema Único de Saúde).
O repasse, no valor de R$ 5 milhões, corresponde à primeira de três parcelas previstas no 46º Termo Aditivo ao Convênio nº 03-A/2021, firmado entre o Governo do Estado e a instituição, com recursos oriundos de emenda de bancada e destinados ao custeio da média e alta complexidade hospitalar.
Ao realizar o pagamento de forma antecipada, a SES assegura maior previsibilidade financeira à Santa Casa, fortalecendo a capacidade de planejamento e contribuindo para a continuidade dos atendimentos prestados à população de Campo Grande e de todo o Estado.
Para o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões, a medida demonstra responsabilidade com a rede hospitalar e sensibilidade diante da relevância da Santa Casa para o SUS. “Estamos garantindo suporte financeiro em um momento estratégico, o que permite à instituição manter o funcionamento dos serviços, organizar seus compromissos e seguir atendendo a população com segurança e qualidade. A Santa Casa é uma referência para Mato Grosso do Sul, e esse apoio é fundamental para a sustentabilidade da assistência”, destaca.
A secretária-adjunta de Estado de Saúde, Crhistinne Maymone, ressalta que a iniciativa faz parte de uma atuação contínua da SES para fortalecer a rede hospitalar. “Esse repasse reforça nosso compromisso com a assistência de média e alta complexidade e com a estabilidade dos serviços prestados à população. Trabalhamos de forma planejada para garantir que unidades estratégicas tenham condições de manter o atendimento e a qualidade do cuidado”, afirma.
Os recursos são aplicados em despesas vinculadas à atenção de média e alta complexidade, área essencial para o funcionamento da rede pública hospitalar e para o atendimento de pacientes regulados pelo SUS.
André Lima, Comunicação SES
Foto: Álvaro Rezende/Secom/Arquivo
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