A Prefeitura de Campo Grande e o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) reforçaram, nesta terça-feira (02), a parceria institucional que vem transformando a Capital em referência no atendimento humanizado a vítimas de homicídio, feminicídio e latrocínio.
Criado em 2021, o Projeto Acolhida nasceu com a missão de oferecer suporte integrado e acompanhamento contínuo às vítimas indiretas desses crimes, garantindo proteção, dignidade e acesso aos direitos humanos.
A prefeita Adriane Lopes enfatizou a importância do trabalho intersetorial e o comprometimento da Prefeitura em fortalecer ainda mais o projeto. “As portas estão abertas. O trabalho é fantástico e os resultados são impressionantes. Quanto mais pessoas souberem do Projeto Acolhida, mais vidas serão protegidas. Estamos ampliando nossa atuação e queremos incluir oficialmente a Subsecretaria de Políticas para as Mulheres no termo de cooperação, porque vimos na prática como essa intercessão faz diferença.”
A gestora reforçou que o município está à disposição para colaborar na expansão do projeto para outras cidades do Estado. Atualmente, o projeto está ativo em Campo Grande e Dourados, e avança para a adesão de Chapadão do Sul. A iniciativa é sustentada por Termos de Cooperação Técnica entre o MPMS e o Governo do Estado, com a participação das Secretarias de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Educação (SED), Saúde (SES), Assistência Social e dos Direitos Humanos (Sead) e Cidadania (SEC).

Também integram a rede de proteção a Defensoria Pública da União (DPU), a Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul (DPMS) e o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS).
A promotora Renata Goya, representante do MPMS, também destacou a evolução do Projeto Acolhida e a necessidade de dar visibilidade aos resultados conquistados. “Os avanços são reais e visíveis. Precisamos divulgar mais o que fazemos de positivo, porque isso encoraja outras cidades e instituições a se unirem. O trabalho integrado salva vidas, acolhe famílias e fortalece políticas públicas. ”
A promotora enfatizou ainda o sucesso do acompanhamento das vítimas indiretas de feminicídio, citando que, em Campo Grande, todas estão recebendo atendimento adequado nas áreas de saúde, educação e assistência psicossocial.

Segundo o MPMS, o fortalecimento do fluxo de acolhimento refletiu em um aumento expressivo dos atendimentos. Em 2023, foram registrados 143 atendimentos; em 2024, o número saltou para 1.042. Somente até outubro de 2025, o Projeto Acolhida já contabiliza 1.311 atendimentos, demonstrando o alcance e a eficiência do trabalho conjunto.
Com reconhecimento crescente e indicadores que apontam para melhorias concretas na prevenção e no apoio às vítimas, Campo Grande reafirma seu papel como referência na execução de políticas públicas inovadoras e humanizadas.
O Projeto Acolhida segue se consolidando como uma iniciativa essencial para garantir que nenhuma vítima indireta de violência fatal fique sem suporte, e que a rede de proteção funcione de forma articulada, eficiente e sensível.

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