Em um ambiente de negócios cada vez mais competitivo, a experiência do cliente (CX) tem se consolidado como um dos principais fatores de diferenciação entre marcas. No entanto, muitas empresas ainda enfrentam desafios para oferecer experiências consistentes, devido a sistemas desatualizados, dados fragmentados e silos organizacionais que reduzem a agilidade e a eficiência operacional.
De acordo com o estudo The Connected Customer, desenvolvido pelo MIT Technology Review em parceria com a NiCE, a inteligência artificial surge como uma oportunidade relevante para transformar a jornada do consumidor — especialmente com o avanço da IA agêntica, que é capaz de tomar decisões com base em fluxos de trabalho. Segundo o levantamento, o uso de agentes de IA permite que as empresas ofereçam suporte personalizado em larga escala, ampliando a produtividade das equipes e a satisfação dos clientes.
Para que esse potencial se concretize, o estudo destaca a importância de adotar uma plataforma unificada que conecte pessoas, dados e decisões ao longo de todo o ciclo de relacionamento com o cliente.
"É essencial que os líderes de negócios encarem a IA agêntica como uma oportunidade de transformação e impulsionem essa mudança, colocando a experiência do cliente no centro da estratégia corporativa", afirma Ingrid Imanishi, diretora de Soluções da NiCE para a América Latina.
A executiva reforça que a migração para uma abordagem orientada a CX depende também de uma cultura que favoreça o aprendizado e a inovação.
"Aprender rápido está no centro de uma boa estratégia de experiência do cliente, e isso passa por ouvir o consumidor e aceitar o erro como parte do processo".
Diferença de percepção entre empresas e consumidores
O estudo mostra que há uma diferença significativa entre a percepção das empresas e dos consumidores quanto à qualidade da experiência oferecida. Enquanto 35,3% das empresas acreditam proporcionar uma experiência excelente, apenas 14,7% dos consumidores compartilham dessa visão. Já mais de 60% das empresas afirmam oferecer uma boa experiência, mas apenas 40,6% dos clientes concordam.
No outro extremo, apenas 1% das empresas admite uma experiência regular, enquanto 36,3% dos consumidores avaliam dessa forma. Essa disparidade também aparece na percepção sobre o atendimento: 78,2% das empresas afirmam que houve melhora nos últimos 12 meses, mas apenas 31,5% dos consumidores reconhecem essa evolução.
Para os autores do estudo, essa diferença está ligada ao aumento das expectativas dos consumidores, que esperam interações sem falhas e têm menor tolerância a erros. A inteligência artificial, segundo o levantamento, pode desempenhar um papel essencial na redução desse descompasso.
Como levar o potencial da IA para a experiência do cliente
O levantamento identificou três aspectos fundamentais para integrar a inteligência artificial à estratégia de CX:
A íntegra do estudo The Connected Customer, desenvolvido pelo MIT Technology Review em parceria com a NiCE, está disponível para download aqui.
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