A Câmara dos Deputados, conforme dados obtidos pela própria Casa, contará com uma comitiva de dez parlamentares que viajarão para os Estados Unidos para participar da posse do presidente eleito Donald Trump, marcada para o próximo dia 20 de janeiro de 2025. Todos os parlamentares são ligados ao bolsonarismo e viajarão por conta própria, sem que o orçamento da Câmara dos Deputados seja utilizado para bancar as despesas de passagens e hospedagens.
A comitiva de deputados segue em uma decisão individual, e os custos de sua participação no evento serão arcados por cada um dos envolvidos, sem impacto nas finanças públicas. A viagem, que ocorre em um momento de grandes expectativas em torno da nova administração de Trump, reflete o estreitamento das relações entre esses parlamentares e o ex-presidente dos Estados Unidos, que manteve uma forte aliança com o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro durante seu mandato.
1. Bia Kicis (PL/DF)
2. Coronel Fernanda (PL/MT)
3. Marcel van Hattem (Novo/RS)
4. Gustavo Gayer (PL/GO)
5. Giovani Cherini (PL/RS)
6. Cabo Gilberto Silva (PL/PB)
7. Sargento Gonçalves (PL/RN)
8. Silvia Waiãpi (PL/AP)
9. Messias Donato (Republicanos/ES)
10. Marcos Pollon (PL/MS)
Esses parlamentares têm em comum seu vínculo com o bolsonarismo, movimento político alinhado com os princípios e políticas de Jair Bolsonaro. A viagem à posse de Trump, que marcará a transição de poder nos Estados Unidos, é vista por esses deputados como uma oportunidade de fortalecer laços com figuras-chave do movimento conservador internacional.
Apesar de não haver custos públicos envolvidos, a comitiva gerou discussões sobre a pertinência e o simbolismo de tal viagem em um momento de polarização política tanto no Brasil quanto no cenário global. A presença desses parlamentares na cerimônia de posse de Trump é um reflexo da continuidade das relações políticas entre parte da bancada bolsonarista e o ex-presidente dos Estados Unidos, que manteve uma postura de apoio ao Brasil durante seu governo.
A comitiva também é uma forma de dar visibilidade à política externa brasileira alinhada com o conservadorismo e de reafirmar os laços com a agenda de Trump, que tem grande apoio entre setores da direita brasileira.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está impedido de ir à posse de Trump por decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes. A defesa do ex-chefe do Executivo pediu a liberação do seu passaporte para viajar à solenidade. Foi negado. Advogados apresentaram um recurso e aguardam resposta. Com a negativa, o ex-presidente afirmou que sua mulher, Michelle Bolsonaro, viajará para Washington em seu lugar. Segundo Bolsonaro, a ex-primeira-dama terá um “tratamento bastante especial” por parte da equipe do republicano. “.
“Ela [Michelle] estava convidada juntamente comigo e ela vai fazer a sua parte. Tenho conversado com alguns próximos ao presidente Trump e ela vai ter um tratamento bastante especial lá pela consideração que o presidente Trump tem para comigo. É uma amizade construída ao longo dos anos”, disse Bolsonaro.
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