Durante entrevista ao CONECTEMS, nesta quarta-feira (23), na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em Brasília, o governador Eduardo Riedel (PSDB), declarou que está trabalhando pela formação de uma coalização de partidos para viabilizar um projeto político para Mato Grosso do Sul.
Segundo Riedel, seu empenho tem sido na direção de “reunir diferentes siglas com um conjunto de forças capazes de impulsionar candidaturas proporcionais e a majoritária nas próximas eleições de 2026”.
O governador citou nominalmente os seguintes partidos que integrarão esta coalização – PSDB (“seja qual for o caminho que a sigla tiver escolhido”), o PSD, o PP com o União Brasil e até mesmo o PL que, mesmo tendo sido adversário nas eleições passadas, deve participar da coalização com “naturalidade e tranquilidade”.
Sobre o prazo que ele próprio e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, deram ao PSDB para que defina o rumo que vai seguir, e que termina no final deste mês de abril, Riedel atribuiu esta necessidade à força que o partido tem no Mato Grosso do Sul.
— É importante que as lideranças políticas do Estado entendam o caminho que o partido vai adotar e possam começar a discutir com suas bases. Isso é um processo natural da política, considerando as circunstâncias atuais do PSDB, admitiu Riedel.
– Por esta razão, prosseguiu o Governador, e principalmente em respeito aos seus quadros, nossa expectativa é que o PSDB tenha o posicionamento até o final de abril para que cada um possa tomar sua decisão.
O vigor do PSDB no Mato Grosso do Sul é representado por três deputados federais, seis deputados estaduais e 45 dos 79 prefeitos eleitos, além de 17 vice-prefeitos.
Indagado se todo esse contingente de tucanos irá aderir a esta coalização que vem sendo costurada, Riedel admitiu que algumas dissidências são naturais no processo.
Na avaliação do Governador, cada um saberá seguir o caminho mais viável politicamente – “é natural que um partido como o PSDB vai ter um quadro importante que vai acompanhar e outros que vão se sentir mais confortáveis em adotar outra sigla”, contabiliza.
Mas a verdade é que o governador Riedel considera que o processo de reforma política está fazendo com que haja uma reacomodação de forças.
– “Você veja o imenso desafio que as lideranças do PP e União Brasil venceram e, ainda estão enfrentando para viabilizar a Federação entre os dois partidos, principalmente regionalmente, onde o protagonismo é mais disputado e, muitas vezes, define uma eleição”, ponderou o Governador.
Acompanhado do Secretário Jaime Verruck e do chefe da Casa Civil, Eduardo Rocha (MDB), o governador Eduardo Riedel esteve na CNI para participar da Mesa Redonda sobre Oportunidades de Negócios e Investimentos na Rota Bioceânica no Chile.
O presidente chileno, Gabriel Boric, fez uma apresentação dos potenciais e das oportunidades que seu país oferece para empresários brasileiros e latino-americanos.
A ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), também falou durante a abertura e enumerou os avanços que o Brasil tem alcançado na economia. O ministro da Economia do Chile, Nicolas Grau, também esteve no evento, bem como diversos empresários do país.
Política Congresso aprova medidas de divulgação em massa do Ligue 180
Política Congresso aumenta punição a crimes sexuais online contra crianças
Política Pagamento automático de pensão alimentícia é aprovado no Senado
Política Entenda impasse entre bancada do agro e governo sobre dívidas rurais
Política Reunião com bancada do agro termina sem acordo sobre dívidas rurais
Política Motta cria comissão para analisar PEC que reduz maioridade penal Mín. 18° Máx. 31°
Mín. 20° Máx. 32°
Parcialmente nubladoMín. 19° Máx. 24°
Chuvas esparsas
Vereador Herculano Borges Vereador Herculano Borges prestigia Semana do Meio Ambiente e destaca projeto desenvolvido por escola estadual
Alípio Neto Convites esgotados reforçam sucesso da 11ª Feijoada Tamojunto em Campo Grande
Vereador Papy Papy promove almoço especial de Dia das Mães com sorteios e atrações musicais em Campo Grande
Deputado Federal Rodolfo Nogueira ”Não vão me calar”, diz Rodolfo Nogueira após fala de Zeca do PT