Combinando segurança, sustentabilidade e ressocialização, a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) está garantindo a produção de uniformes para a massa carcerária de Mato Grosso do Sul. Atualmente, 13 presídios do estado estão envolvidos em um projeto onde os próprios internos confeccionam suas vestimentas.
O trabalho é resultado da integração entre as três diretorias da Instituição: de Assistência Penitenciária, que cria as frentes laborais e instrumentaliza as oficinas de costura por meio da apresentação de projetos; de Administração e Finanças, que adquire materiais para a produção; e da Diretoria de Operações que assegura a segurança para que os trabalhos sejam executados.
A ideia por trás dessa ação é promover a autossustentabilidade, assegurando que os uniformes sejam feitos com materiais adquiridos pelo Estado, refletindo também em redução de gastos aos cofres públicos, com uma economia estimada de R$ 1.165.816,34, conforme cálculo da Divisão de Compras e Suprimentos da Agepen.

Em um ano, foram produzidas, pelo menos, cerca de 26 mil peças. Atualmente, 55 internos atuam na produção e a cada três dias de trabalho, eles podem remir um dia de pena, além da oportunidade de aprendizado e profissionalização. A padronização das vestimentas também tem efeitos positivos na segurança das unidades e na saúde dos internos, tornando o ambiente prisional mais organizado e limpo.
A aquisição do material é resultado de um trabalho desenvolvido pela Diretoria de Administração e Finanças da agência penitenciária, por meio da sua Divisão de Compras e Suprimentos e seus núcleos de: Planejamento, Projetos e Convênios; Contratos e de Compras.
Para a produção das camisetas, a Agepen adquiriu mais de oito toneladas de tecido tipo malha, além de 24.143 metros de tecido tipo brim para calças e bermudas; com um investimento total de R$ 1.064.895,02, financiados pelo Funpes (Fundo Penitenciário Estadual). Os uniformes seguem um padrão de cor específico estabelecido pela instituição, que já está em vigor em algumas unidades prisionais.
“Nosso objetivo com essa padronização é otimizar a segurança e identificação dos custodiados, ao mesmo tempo em que proporciona ocupação produtiva e profissionalizante, já que são os próprios internos que estarão envolvidos nessa confecção, a exemplo do que já é desenvolvido em alguns de nossos estabelecimentos penais”, finaliza o diretor-presidente da Agepen, Rodrigo Rossi Maiorchini.
Keila Oliveira, assessoria Agepen/MS
Fotos: Divulgação Agepen
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