O crescimento dos gastos internacionais pelas empresas brasileiras é inegável, impulsionado por assinaturas de softwares (SaaS), ferramentas de Inteligência Artificial (IA) como ChatGPT, Gemini, Claude e Manus, campanhas de marketing digital em plataformas como Google, Meta e TikTok Ads, e viagens corporativas internacionais. Todas essas operações exigem transações em moeda estrangeira e a gestão financeira dessas despesas não pode ser negligenciada à medida que o negócio escala.
O movimento aparece nos números. Segundo a Abecs, associação que representa as empresas do setor de meios eletrônicos de pagamento, os gastos de brasileiros no exterior (pessoa física e jurídica somadas) com cartões continuam em crescimento, totalizando US$ 18 bilhões (aproximadamente R$ 93,4 bilhões (cotação de US$ 1 = R$ 5,19)), alta de 14% em relação ao ano de 2024. A Europa e os Estados Unidos continuam sendo os destinos dos maiores valores transacionados: R$ 45,8 bilhões e R$ 33,1 bilhões, respectivamente. Para além das viagens, a dependência de fornecedores estrangeiros de tecnologia também movimenta cifras expressivas em moeda estrangeira a cada renovação de assinatura de software, crédito de API de IA ou verba de mídia paga.
O triplo desafio da gestão de pagamentos internacionais
Para gestores financeiros, os desafios são bem conhecidos e podem ser categorizados em um tripé de dores: a volatilidade cambial, que corrói orçamentos planejados; a reconciliação manual de múltiplas contas e cartões, que consome dezenas de horas mensais das equipes financeiras e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que incide sobre cada transação internacional.
A diferença entre o dia da compra e o fechamento do mês pode gerar desequilíbrios orçamentários significativos. Além disso, custos como tarifas bancárias e o impacto do IOF, acabam corroendo as margens. A complexidade é ainda maior ao gerenciar múltiplas contas globais ou cartões de diversos bancos, o que dificulta a conciliação e o cumprimento das políticas de despesas orientadas por compliance e governança corporativa.
Para endereçar essas dores, o PagCorp lançou o Limites Multimoedas, uma forma de realizar compras em moeda estrangeira por meio de cartões, que passam a contar com dois limites: um em real e outro em dólar, reservado antecipadamente. A empresa converte parte do seu limite para gastar no cartão PagCorp em um limite multimoedas segregado, e tem previsibilidade sobre o custo em reais de cada transação internacional.
"Essa solução resolve preocupações de quem lida diariamente com pagamentos em moeda estrangeira, independentemente da área de atuação da empresa, e traz mais previsibilidade, controle e economia. A possibilidade de reservar um limite em dólar e acompanhar os gastos em tempo real evita as desagradáveis surpresas na fatura", revela Adriana Katalan, sócia e co-CEO da ACG | PagCorp.
O PagCorp Limites Multimoedas tem uma condição comercial de IOF zero nas compras internacionais que utilizam o limite reservado em dólar. Para uma empresa que gasta USD 50 mil por mês, isso pode representar uma economia de cerca de R$ 9.000 mensalmente (considerando a alíquota de 3,5% de IOF).
"Empresas ganham a liberdade de contratar ferramentas globais sabendo que o departamento financeiro mantém controle total e ainda economiza", complementa Adriana.
Como funciona: controle centralizado e eficiência operacional
A solução funciona como um cartão tradicional, mas com dois limites independentes, um em reais e outro em dólar. O líder contrata e gerencia os limites diretamente na plataforma, o colaborador usa o cartão para as compras internacionais e faz as devidas comprovações dos gastos (nota fiscal ou recibo) via aplicativo ou WhatsApp.
É possível ter múltiplos cartões e monitorar todas as transações instantaneamente no sistema. A fatura é consolidada em reais, o que facilita a conciliação contábil. A empresa não precisa abrir contas no exterior ou usar plataformas globais paralelas.
Dentro da plataforma, o gestor financeiro pode:
Importante: a contratação da solução não constitui compra de moeda estrangeira, conversão cambial nem operação de hedge. Todos os valores permanecem em reais; o que a empresa contrata é uma condição pré-acordada de taxa de conversão para suas transações internacionais.
"É a melhor forma de garantir o valor em dólar antes de gastar. E com IOF zero ainda. Mesmo com limite em moeda estrangeira para compras internacionais, a fatura continua em reais, o que facilita o controle financeiro, a conciliação e o fechamento contábil. E não precisa abrir conta no exterior. Não é uma conta global, é o cartão PagCorp já conhecido, mas com dois limites: um em real e outro em dólar", revela Natalia Veneziani, diretora Comercial da ACG | PagCorp.
Além da economia gerada pelo IOF zero, as empresas que utilizam tal solução observam redução no tempo de conciliação (até 80% menos horas administrativas) e maior previsibilidade orçamentária. A visibilidade em tempo real também minimiza erros de aprovação e facilita auditorias internas, fortalecendo a governança.
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