A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou nesta quarta-feira (27) convite ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para prestar esclarecimentos sobre a nova versão da Caderneta da Gestante, lançada pelo Ministério da Saúde em maio. O requerimento original previa a convocação do ministro, mas foi transformado em convite por decisão da presidente do colegiado, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF).
O pedido ( REQ 78/2026 )foi apresentado pelo senador Eduardo Girão. Segundo o parlamentar, a nova edição da caderneta trouxe um capítulo com informações sobre aborto, incluindo orientações relacionadas à “gestação não desejada” e à interrupção da gravidez.
Na justificativa, Girão afirma que a inclusão do tema gerou críticas. Em seu entender, a finalidade principal do documento deveria ser a proteção da gestante, do nascituro e a promoção da saúde materno-infantil. O senador também questiona a substituição dos termos “mulher” e “mãe” por expressões como “pessoas que gestam” no material elaborado pelo Ministério da Saúde.
No requerimento, Girão aponta preocupação com trechos que, segundo ele, estão relacionados à violência sexual e ao aborto legal. Ele cita passagem da caderneta que, de acordo com ele, orienta mulheres a procurarem uma unidade de saúde caso tenham engravidado após relação sexual indesejada.
“No subcapítulo destinado às informações sobre 'violência e gestação', a caderneta explica que 'não é obrigatório registrar boletim de ocorrência para receber atendimento de saúde' em casos de gestação que resulte de violência sexual, porque 'a interrupção da gravidez é um direito legal se essa for a sua decisão'”, diz o senador.
O senador também pede esclarecimentos sobre os critérios técnicos utilizados na elaboração da nova caderneta, a composição da equipe responsável pela revisão científica do material e os custos administrativos da substituição da edição anterior, publicada em 2022.
Outro requerimento ( REQ 77/2026 )aprovado, do senador Eduardo Girão e da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), solicita audiência pública sobre a prática dohomeschooling(educação domiciliar) no Brasil.
De acordo com o requerimento, o objetivo do debate é avaliar os impactos dessa modalidade de educação sobre os direitos humanos, o direito fundamental à educação, a proteção integral da criança e do adolescente.
Na justificativa do requerimento, os senadores citam um caso reente de repercusão nacional: um casal da cidade de Jales (SP) foi condenado à prisão em regime semiaberto por educar as duas filhas, menores, em casa, e não na escola.
Senado Federal Sugestão de zerar imposto sobre pães e farinhas sem glúten vira projeto de lei
Senado Federal CAE aprova linha especial para financiar dívidas de produtores rurais
Senado Federal Esforço conjunto é essencial contra El Niño, segundo debatedores no Senado
Senado Federal Projeto que sobre renegociação de dívidas de produtores rurais vai ao Plenário
Senado Federal Debatedores defendem esporte para inclusão de PCDs
Senado Federal CDH aprova proibição de publicidade em jogos on-line para crianças Mín. 18° Máx. 29°
Mín. 19° Máx. 30°
Tempo limpoMín. 20° Máx. 28°
Tempo nublado
Alípio Neto G1 destaca Eduardo Riedel como exemplo de gestor institucional, técnico e eficiente entre governadores que disputam espaço nas redes
Vereador Papy Papy promove almoço especial de Dia das Mães com sorteios e atrações musicais em Campo Grande
Vereador Herculano Borges Vereador Herculano Borges homenageia movimento Dia do Corre com moção de congratulação em Campo Grande
Deputado Federal Rodolfo Nogueira ”Não vão me calar”, diz Rodolfo Nogueira após fala de Zeca do PT