A expansão da automação e das tecnologias baseadas em "inteligência artificial" (IA) redefine o mercado de trabalho e amplia as oportunidades para profissionais do setor de tecnologia.
Conforme estudo da Experis, marca de tecnologia do ManpowerGroup, o avanço da automação inaugura uma etapa de evolução profissional no setor, com exigência crescente por competências técnicas e analíticas.
"O avanço da automação não reduz a necessidade de talentos. Pelo contrário, cresce a demanda por profissionais que compreendam essas tecnologias, saibam supervisioná-las e consigam integrá-las aos processos de negócio", afirma Stefani Pereira, coordenadora de recrutamento e seleção na Experis.
Atualmente, 61% dos empregadores em nível global estão aumentando seus investimentos em automação, refletindo a aceleração da adoção de tecnologias digitais nas organizações.
À medida que empresas automatizam processos operacionais e administrativos, a demanda por profissionais com habilidades tecnológicas tende a crescer consistentemente. Entre os setores com maior potencial de transformação nos próximos cinco anos estão TI e Dados (76%), Manufatura e Produção (71%) e Vendas e Marketing (71%).
Esse movimento amplia a relevância de competências em áreas como análise de dados, desenvolvimento de soluções tecnológicas, automação de processos e "inteligência artificial", que passam a representar diferenciais competitivos no mercado de trabalho.
Ainda assim, o domínio técnico isolado não é suficiente. "As organizações buscam profissionais que, além de utilizar ferramentas tecnológicas, consigam interpretar resultados, questionar informações e atuar de forma colaborativa em equipes multidisciplinares", destaca Stefani.
Embora muitas empresas avancem na identificação de processos automatizáveis, a especialista alerta para os riscos de uma adoção sem supervisão adequada. A ausência de redesenho de processos e de acompanhamento humano pode comprometer a eficiência das operações e gerar falhas relevantes.
"A automação tende a gerar melhores resultados quando complementa o trabalho humano. As organizações precisam de profissionais que possam supervisionar sistemas inteligentes, compreender suas limitações e garantir seu funcionamento adequado", acrescenta a coordenadora.
Nos próximos anos, a tendência é de ambientes com menor interação humana direta, especialmente em setores como "Varejo" e "Serviços". Ainda assim, a necessidade de profissionais preparados para lidar com situações complexas e garantir a qualidade da experiência tende a permanecer como fator crítico.
"Profissionais que desenvolvem habilidades tecnológicas e aprendem a trabalhar com sistemas automatizados terão maior protagonismo no mercado de trabalho", conclui Stefani Pereira.
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