Entre os assuntos destacados pelo deputado e 1º secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), Paulo Corrêa (PSDB), estava a formação de uma comissão na Casa de Leis para tomar providências em relação à interrupção do fornecimento de energia elétrica para locais do Estado. “Urge tomar providência cabível a respeito da qualidade do fornecimento de energia elétrica para aviários, assentamentos e cidades em todo o Estado de Mato Grosso do Sul, e nós temos aqui uma concessão federal, efetivamente bem colocada. Estamos defendendo o consumidor de Mato Grosso do Sul, já tivemos aqui um instrumento forte aqui, que foi a Comissão Parlamentar de Inquérito [CPI] da Enersul, mas não é o caso agora”, disse.
Paulo Corrêa ressalta que há prejuízo em várias áreas da economia sul-mato-grossense com a interrupção do fornecimento de energia elétrica. “Acredito que possamos formar uma Comissão de Sindicância considero, há aviários que passam de 8 a 9h sem energia, e o turismo em Bonito também está sendo prejudicado. E isso se chama qualidade de fornecimento de energia somada a frequência que isso tem acontecido, Nova Alvorada do Sul é um dos municípios mais prejudicados”, alertou o parlamentar.
O deputado e vice-presidente da Casa de Leis, Renato Câmara (MDB), falou sobre o papel das frentes parlamentares conduzidas por ele. “É importante ressaltar que as Frentes Parlamentares da Avicultura, Suinocultura e do Leite tem discutido esse tema exaustivamente com a Energisa e temos conseguido apoio para agilizar a ligação de energia elétrica. Dentro da Energisa, atualmente, existe um cadastro específico para quem é produtor nessas áreas, em que é dado prioridade ao atendimento desses produtores, muitos não conhecem essa facilidade que existe na Energisa. A Energisa tem dado respaldo às frentes parlamentares. É lógico que precisamos melhorar e avançar”, considerou.
Paulo Corrêa também falou sobre um dos requisitos que tem a Norma Regulamentadora 31 (NR-31). "Eles pedem o uso de capacete no campo, ao invés de chapéu para os peões de boiadeiro. Meia hora com um capacete, ao invés de um chapéu, no sol em Porto Murtinho, eu quero ver quem aguenta, e o multado será o dono da fazenda, isso é absurdo”, desabafou o parlamentar.
Gerson Claro (PP), presidente da ALEMS, relatou que não há ainda oficialmente essa exigência por parte do Ministério Público ou da Delegacia Regional do Trabalho. “Há pessoas falando sobre o assunto, mas não exigência legal, se houver oficialmente, comunicamos e eu acato alguma medida judicial, pois acho inaceitável”, descreveu.
O deputado Coronel David (PL) também falou sobre o assunto. “Concordo integralmente com a fala do deputado PC, porque não é juiz nem desembargador e sim técnicos desse governo em prejudicar a população brasileira. E o maior absurdo sobre a instalação de ares condicionados no transporte de bovinos e suínos, quando a temperatura estiver acima de 30º C e abaixo de 10º C, instalar um aquecedor”, destacou.
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