O mercado de tecnologia no Brasil caminha para um cenário de expansão em 2026, impulsionado pela combinação entre avanço tecnológico e demanda por profissionais com competências humanas e técnicas. As projeções fazem parte do Guia Salarial Robert Half 2026, que analisou mais de 400 cargos no país e aponta aceleração na busca por especialistas com domínio de ferramentas digitais, especialmente inteligência artificial generativa, aliada à visão estratégica e capacidade de adaptação.
Segundo o estudo, 44% das empresas pretendem ampliar suas equipes de tecnologia nos próximos dois anos, com foco no fortalecimento da infraestrutura tecnológica, na preparação de sistemas para o futuro e na sustentação do crescimento organizacional. Além disso, quase metade dos gestores de contratação (48%) está disposta a oferecer salários superiores a profissionais com certificações ou conhecimentos especializados, evidenciando a valorização da qualificação técnica em áreas críticas.
Entre as habilidades que mais impulsionam remunerações estão segurança da informação e gestão de riscos de TI; desenvolvimento de software e aplicações; inteligência de mercado e computação em nuvem.
Para Wagner Sanchez, pró-reitor do Centro Universitário FIAP, os dados do estudo reforçam a necessidade de encarar a educação como um investimento contínuo. Ele destaca que, hoje, o diferencial de um profissional não está apenas no diploma, mas na capacidade de desenvolver competências alinhadas às demandas atuais. “O profissional de agora e do futuro precisa ser o grande condutor dentro das organizações na solução de problemas complexos e importantes, além de pensar logicamente para enfrentar os desafios provenientes das transformações digitais”.
Segundo o levantamento, as áreas com maior expectativa de contratação são segurança da informação, redes, infraestrutura e desenvolvimento de software e aplicações. E os cinco cargos mais procurados para 2026 são:
Já os setores com maior perspectiva de contratar talentos em TI são educação, indústria em geral, mercado financeiro, óleo e gás e startups.
Para o pró-reitor da FIAP, o cenário em 2026 é de oportunidades crescentes para quem investe em qualificação especializada: “Hoje, aprender precisa ser um hábito, principalmente nessas carreiras, porque tudo muda muito rapidamente. Um bom cientista de dados hoje pode não funcionar tão bem daqui a uns anos, então precisa se reciclar. É um grande desafio das carreiras do futuro: tudo tem prazo de validade curto, porque as ferramentas e o modo de desenvolver, extrair dados e criar o design evoluem”, conclui.
Tecnologia GoldKo projeta 116 franquias com nova estrutura de pagamento
Tecnologia Recompra de consórcios amplia liquidez a desistentes
Tecnologia GoBots lança ferramenta de IA para Mercado Livre
Tecnologia Filtragem de ar em hospitais reforça segurança dos ambientes
Tecnologia Modelo de segurança SASE ganha espaço no Brasil
Tecnologia Atlas aposta em gestão comercial para impulsionar ISPs Mín. 20° Máx. 28°
Mín. 20° Máx. 27°
ChuvaMín. 20° Máx. 29°
Chuva
Vereador Herculano Borges 2ª edição do curso de captação de recursos fortalece terceiro setor e amplia impacto social em Campo Grande
Deputado Federal Rodolfo Nogueira Rodolfo Nogueira apresenta PEC para instituir piso salarial nacional da Polícia Militar
Deputado Gerson Claro Gerson defende responsabilidade fiscal e critica “soluções fáceis” sobre retirada do ICMS do diesel
Alípio Neto Desfile politizado termina em vexame e rebaixamento de escola que exaltou Lula e atacou valores cristãos