As comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Saúde da Câmara dos Deputados realizam nesta terça-feira (2) audiência pública conjunta para discutir as políticas de repressão às drogas no país.
Também serão debatidos os efeitos de uma possível flexibilização e o aumento do consumo de entorpecentes, especialmente entre jovens e populações em situação de vulnerabilidade.
A reunião está marcada para as 16 horas, em plenário a ser definido.
A audiência foi solicitada pela deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA). Ela afirma que o enfrentamento das drogas deve ser tratado como questão de saúde pública, com estratégias integradas de prevenção, tratamento, redução de danos e reinserção social.
A parlamentar acrescenta que é preciso avaliar com base em evidências os efeitos da descriminalização de condutas relacionadas ao uso pessoal de drogas, bem como os impactos nos indicadores de saúde, segurança, educação e assistência social.
Câmara Comissão aprova proposta que permite a pessoas sem parentesco pedir suspensão do poder familiar
Câmara Comissão debate papel de universidades na reconstrução da Zona da Mata mineira
Câmara Comissão aprova reforço em ações de prevenção ao diabetes e à obesidade
Câmara Comissão aprova direito a remarcação gratuita de voo para candidato a concurso que mudar de data
Câmara Comissão debate projeto que cria regras para contratos entre fornecedores e distribuidores
Câmara Comissão aprova ampliação do acesso de professores a livros de sua área de atuação Mín. 8° Máx. 21°
Mín. 8° Máx. 17°
ChuvaMín. 7° Máx. 20°
Parcialmente nublado
Deputado Federal Rodolfo Nogueira Gianni faz “raio-x” das escolas de Dourados e reforça combate ao abuso infantil
Vereador Herculano Borges Palestra de captação de recursos reúne lideranças e transforma desafios do terceiro setor em caminhos práticos em Campo Grande
Alípio Neto “Puro interesse em votos, depois tchau”, diz mulher ao criticar atuação de Catan envolvendo a Cassems
Deputado Gerson Claro Gerson defende responsabilidade fiscal e critica “soluções fáceis” sobre retirada do ICMS do diesel