Com o Enem se aproximando, a contagem regressiva começa a pesar para os 4,8 milhões de estudantes que farão o exame neste ano. A poucos dias da prova, a prioridade não é mais estudar tudo, e sim revisar com estratégia, manter o equilíbrio e preservar a mente. A seguir, Gabrielle Batemarqui, Trainee Pedagógica do Grupo Salta Educação, um dos maiores grupos de ensino básico do país, lista sete orientações essenciais para essa reta final.
1. Fazer uma revisão estratégica e não tentar “fechar o edital”
“Agora não é hora de tentar aprender tudo de uma vez. A prioridade deve ser revisar os temas de maior incidência e praticar com questões e simulados. Essa é a melhor forma de consolidar o que já foi aprendido e ganhar precisão”, explica Gabrielle.
Segundo dados do Inep, mais de 70% das questões do Enem seguem padrões recorrentes, o que reforça a importância de focar nos tópicos mais cobrados.
2. Usar provas anteriores como ferramenta de revisão ativa
“Resolver provas anteriores é o melhor diagnóstico de aprendizado”, diz a especialista.
Ao errar uma questão, o estudante deve retornar à teoria apenas naquele ponto específico — isso economiza tempo e torna o estudo mais eficaz. Gabrielle chama essa técnica de “revisão ativa”, que combina prática e teoria de forma direcionada.
3. Cuidar da mente: rotina previsível reduz a ansiedade
A ansiedade nesta fase vem da sensação de falta de controle. “Manter uma rotina previsível é a melhor forma de acalmar a mente”, orienta Gabrielle.
Ela recomenda horários fixos para estudar, se alimentar e descansar — além de pausas curtas e conscientes, como na técnica Pomodoro (25 a 50 minutos de foco intercalados com 5 a 10 minutos de descanso).
4. Não sacrificar o sono; ele faz parte do estudo
“O sono é parte do estudo. É durante o descanso que o cérebro consolida a memória”, afirma Gabrielle. Dormir bem melhora o raciocínio, o foco e o desempenho. O ideal é manter uma rotina de 7 a 8 horas de sono por noite e evitar estudar até tarde. Trocar descanso por estudo pode causar o efeito contrário: menor retenção e mais cansaço mental.
5. Alimentar o cérebro com energia de qualidade
O cérebro consome cerca de 20% da energia do corpo. Por isso, a alimentação influencia diretamente o desempenho. “Evite alimentos ultraprocessados e ricos em açúcar, que causam picos de energia e quedas de concentração”, alerta.
Para o dia da prova, aposte em frutas, castanhas e barras de cereais integrais. E não esqueça a hidratação — a desidratação reduz a velocidade do raciocínio.
6. Evitar mudanças drásticas na reta final
Nada de novos métodos de estudo, dietas radicais ou suplementos desconhecidos. “O corpo e a mente precisam de estabilidade para performar bem sob pressão. Agora é hora de confiar no processo e manter o que já funciona”, reforça Gabrielle.
7. Cultivar a confiança: a maratona está no fim
“Confiem no processo. O Enem é uma maratona, e vocês já percorreram a maior parte do caminho”, incentiva. O foco neste momento é lapidar o que já foi aprendido e preparar a mente para aplicar o conhecimento com calma e clareza.
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