Atividade vai destacar medidas de prevenção e envolve crianças em dinâmica educativa sobre higiene
A SES (Secretaria de Estado de Saúde) promove no dia 3 de julho (quinta-feira), às 9h, uma ação educativa voltada à prevenção da síndrome mão-pé-boca no CEI Zedu (Centro de Educação Infantil José Eduardo Martins Jallad). A atividade, com duração de 30 minutos, utilizará linguagem lúdica e interativa para abordar a importância da higienização das mãos, superfícies e brinquedos.
Durante a ação, as crianças participarão de uma dinâmica com música infantil e luvas infladas, reforçando comportamentos de prevenção à doença, que neste mês inicia seu período de maior incidência. Professores da unidade irão contribuir com cartazes elaborados em conjunto com os alunos, incentivando o diálogo sobre o tema no ambiente escolar.
De acordo com a gerente de Doenças Agudas e Exantemáticas da SES, Jakeline Miranda Fonseca, “ações educativas em ambientes escolares são fundamentais para interromper a cadeia de transmissão da síndrome mão-pé-boca, especialmente entre crianças menores de cinco anos, que são o grupo mais afetado. A disseminação do vírus ocorre com facilidade em ambientes coletivos, e a higiene adequada é a principal medida de controle”.


Em 2024, a primeira edição da ação no CEI Zedu, em Campo Grande, reuniu cerca de 80 crianças em uma manhã de aprendizado e diversão. A ação abordou de forma lúdica os cuidados para prevenir a síndrome mão-pé-boca. Equipes de saúde e acadêmicos de enfermagem realizaram atividades para as crianças com o objetivo de informar de forma acessível e divertida sobre os cuidados para evitar a disseminação da doença.
“Com brincadeiras e exemplos práticos, as crianças conseguem absorver o conteúdo e colocá-lo em prática no dia a dia, o que torna essa ação ainda mais efetiva dentro e fora da escola”, avalia a diretora do Zedu, Fátima Mack.
Prevenção
A síndrome mão-pé-boca é causada por vírus e se manifesta com febre, mal-estar e erupções nas mãos, pés e boca. A transmissão é rápida, principalmente em creches e escolas.
Por isso, a prevenção é essencial. Se a criança apresentar sintomas, deve ser levada a uma unidade de saúde para avaliação. Alguns hábitos ajudam a conter a disseminação da doença:
Danúbia Burema, Comunicação SES
Foto: Kamilla Ratier/Arquivo SES
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