O senador eleito Reinaldo Azambuja (PL) reforçou, nesta quarta-feira (7), em Brasília, a articulação política de Flávio Bolsonaro (PL) para o segundo turno da eleição presidencial. Ao lado do governador reeleito Eduardo Riedel (PP) e da senadora Tereza Cristina (PP), Reinaldo participou do encontro voltado à definição de estratégias para a campanha em Mato Grosso do Sul.
A movimentação coloca o ex-governador entre as lideranças empenhadas em organizar a ofensiva eleitoral do candidato do PL. Nas redes sociais, Reinaldo resumiu o tom da mobilização: “Agora é união total por Flávio Bolsonaro e pelo Brasil. Somos todos 22.”
O recado político é de continuidade do trabalho após a vitória nas urnas. Com a eleição estadual definida, o grupo passa a concentrar esforços na disputa presidencial, buscando transformar a força da aliança em participação dos eleitores no segundo turno.
Reinaldo já havia anunciado que a prioridade seria reduzir a abstenção e ampliar a vantagem de Flávio em Mato Grosso do Sul. A mobilização, segundo o dirigente estadual do PL, envolve tanto os eleitos quanto candidatos que ficaram na suplência, reunindo diferentes integrantes da base em torno de um objetivo comum.
Riedel e Tarcísio fortalecem a frente de apoio
A atuação de Reinaldo e Riedel em Brasília integra um movimento mais amplo de fortalecimento da candidatura de Flávio. Em São Paulo, o governador reeleito Tarcísio de Freitas (Republicanos) também assumiu participação ativa na campanha presidencial.
Tarcísio esteve na capital federal na segunda-feira (5), em uma agenda própria com Flávio e sua equipe para discutir a estratégia da segunda etapa da eleição. O governador paulista sinalizou empenho na mobilização do maior colégio eleitoral do país.
Embora em agendas distintas, as articulações convergem para a mesma estratégia: reunir lideranças com força regional, coordenar as bases e ampliar o alcance da campanha contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Nesse cenário, Reinaldo reforça a tropa de choque política de Flávio com uma tarefa concreta em Mato Grosso do Sul: manter os aliados mobilizados e buscar uma vantagem maior na votação de 25 de outubro. Riedel e Tarcísio, por sua vez, somam à frente nacional o peso político de seus mandatos renovados.