Política Eleições 2026
Vivi Tobias mira ocupações de terra e promete atuação firme em defesa da propriedade privada
Em vídeo, candidata do PL critica estruturas de acampamento e coloca segurança no campo entre as bandeiras de sua campanha em MS
26/09/2026 09h15
Por: Redação

A candidata a deputada estadual Vivi Tobias (PL) defendeu uma postura mais rigorosa contra ocupações de terra em Mato Grosso do Sul. Em vídeo divulgado nas redes sociais, ela aparece diante de barracos de madeira e lona, critica o que classifica como invasão e afirma que pretende atuar em defesa da propriedade privada caso seja eleita.

Durante a gravação, Vivi percorre o local e mostra o interior de algumas estruturas, que aparecem sem pessoas nos trechos exibidos. A candidata sustenta que os barracos estariam sendo utilizados para reivindicar terras sem trabalho produtivo.

“A gente vai derrubar isso daqui”, declara, diante de uma construção de madeira.

O vídeo também mostra Vivi atingindo com o pé uma porta improvisada. Em outro momento, ela reforça a cobrança: “Isso aqui tem que acabar no nosso estado”.

A gravação não informa a localização exata da área, sua titularidade ou a existência de decisão judicial sobre a ocupação. A classificação dos ocupantes como invasores é apresentada pela candidata.

 
 
 
 
 
Ver esse post no Instagram
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Um post compartilhado por Vivi Tobias (@vivitobiasms)

Críticas à esquerda e defesa do agro

Vivi associa o acampamento à esquerda e chama atenção para uma bandeira que identifica como sendo da Central Única dos Trabalhadores (CUT). A presença do símbolo, por si só, não esclarece quem organiza ou responde pela ocupação.

Na sequência, a candidata contrapõe o que chama de projeto comunista à defesa do agronegócio, da família e da propriedade privada. Também convoca os eleitores a considerarem essas pautas na escolha de seus representantes.

“Eu não tenho rabo preso com sistema nenhum”, afirma.

O posicionamento reforça a linha conservadora adotada por Vivi na campanha à Assembleia Legislativa. No material, ela promete enfrentamento político às ocupações, mas não detalha propostas legislativas nem os instrumentos que pretende utilizar para viabilizar as medidas anunciadas.