A tentativa de anular as eleições do Oliveira I e II acabou virando mais um capítulo da novela pós-derrota de “Beiçola”. Após não conseguir convencer os eleitores nas urnas, o ex-candidato apostou no chamado “tapetão jurídico”, mas viu a Justiça rejeitar o pedido de anulação do pleito.
Segundo a decisão, não foram apresentados elementos suficientes que justificassem qualquer irregularidade capaz de invalidar o resultado eleitoral. Com isso, permanece mantido o resultado escolhido pela população.
Nos bastidores políticos, a movimentação já vinha sendo tratada como uma tentativa de “terceiro turno”, estratégia comum entre candidatos derrotados que buscam reverter no Judiciário aquilo que não conseguiram nas urnas. A legislação eleitoral prevê anulação apenas em casos graves e comprovados, como fraude, abuso de poder econômico ou corrupção eleitoral.
Com a nova derrota, aliados do grupo vencedor afirmam que o episódio reforça a legitimidade da eleição e encerra, ao menos por enquanto, a disputa política em torno do Oliveira I e II.
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