O ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama afirmou que alienígenas existem e indicou que autoridades do governo norte-americano são instruídas a negar publicamente a existência de evidências, mesmo quando informações sensíveis estão sob controle do Estado. As declarações reforçam uma posição que Obama vem sustentando ao longo dos últimos anos: nem tudo o que o governo sabe pode ser dito abertamente à população.
Durante entrevistas e participações em programas de grande audiência, Obama declarou de forma direta:
“Eles são reais, mas eu não os vi.”
Na mesma linha, o ex-presidente deixou claro que existe um limite institucional para o que pode ser revelado, afirmando que presidentes e autoridades são orientados a adotar um discurso oficial padronizado sobre o tema, mesmo quando o conhecimento interno vai além do que é divulgado.
Em diferentes ocasiões, Obama sugeriu que a negativa pública sobre evidências extraterrestres faz parte de um protocolo institucional, e não necessariamente reflete tudo o que o governo sabe. Segundo ele, há informações classificadas que não podem ser compartilhadas integralmente, seja por razões de segurança nacional, impacto social ou estabilidade institucional.
Ao comentar o assunto, Obama indicou que líderes são treinados para repetir que “não há evidências”, mesmo quando fenômenos e dados não explicados permanecem sob análise de órgãos oficiais.
Ao ser questionado especificamente sobre a Área 51, Obama negou que alienígenas estejam mantidos abertamente na base, mas não descartou a existência de programas sigilosos, compartimentação de informações e níveis de acesso extremamente restritos.
A Área 51, localizada no deserto de Nevada, foi mantida em sigilo absoluto por décadas, fato que alimentou suspeitas sobre testes tecnológicos avançados, engenharia reversa e armazenamento de materiais não convencionais. O próprio governo dos EUA só reconheceu oficialmente a existência da base muitos anos depois, o que fortalece o argumento de que informações sensíveis podem permanecer ocultas por longos períodos.
As declarações recentes não são isoladas.
Em 2021, no programa The Late Late Show with James Corden, Obama afirmou que uma de suas primeiras perguntas ao assumir a Presidência foi se o governo escondia alienígenas ou naves espaciais. Embora tenha relatado a resposta oficial como negativa, reforçou que há coisas que não podem ser discutidas publicamente.
No mesmo ano, em entrevista ao Ezra Klein Show, Obama foi ainda mais direto ao afirmar que a existência de vida fora da Terra é um fato, e que a verdadeira discussão não é “se existe”, mas como e quando esse conhecimento pode ser compartilhado com a sociedade.
Nos últimos anos, o próprio governo norte-americano divulgou relatórios sobre fenômenos aéreos não identificados (UAPs). Embora os documentos afirmem oficialmente não haver comprovação extraterrestre, Obama indicou que esse discurso segue orientações institucionais, e não necessariamente reflete todo o conhecimento acumulado por agências militares e de inteligência.
Para o ex-presidente, a divulgação completa dessas informações exige cautela, justamente pelo potencial impacto político, social e cultural.
Ao longo de suas declarações, Barack Obama mantém uma posição consistente:
alienígenas existem;
autoridades são orientadas a negar evidências publicamente;
nem toda a verdade pode ser dita, por decisão institucional;
o discurso oficial não reflete necessariamente todo o conhecimento do Estado.
As falas do ex-presidente reforçam a percepção de que o tema extraterrestre segue sob forte controle informacional, e que revelações completas, se ocorrerem, dificilmente partirão de declarações espontâneas de governos em exercício.